Alunos no 1°B – Momentos na nova unidade

Os alunos do 1°Ano B da professora Sandra, estão se adaptando a nova unidade da qual fazem parte com muito entusiasmo!

 

 

O papel dos pais na escola…

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Por Maria Natália Cabral

Vivemos num tempo em que tudo passa muito depressa. Como a sociedade está cada vez mais organizada à volta do trabalho (e não em redor da família ou dos afetos em geral), acontece que cada vez temos menos tempo para estarmos com os outros. Este problema é particularmente inquietante para a vida familiar.

Sabemos que para um bom desenvolvimento psicossocial dos filhos, a presença e o suporte afetivo dos pais é fundamental. Este apoio é especialmente importante ao longo do trajeto pessoal, desde a infância até à fase final da adolescência.

No entanto, sabemos que muitos pais lamentam chegar em casa cansados e indisponíveis, enquanto os filhos acham que não vale a pena falar com os mais velhos, pois eles nunca têm tempo.

Como conseguirão os pais manter os empregos, essenciais para a sobrevivência da família, sem descurar o acompanhamento dos seus filhos?

Ouve-se com muita frequência dizer que os pais participam cada vez menos na vida escolar dos seus filhos, remetendo exclusivamente para a escola a tarefa de os educar.

Sabemos que é na pré-primária que os pais contatam com mais frequência a escola, e que a sua participação diminui à medida que se avança na escolaridade.

Não devemos, no entanto, esquecer que a escola é, também, responsável por este alheamento dos pais em relação à instituição, já que nem sempre informa claramente, ao mesmo tempo que não mobiliza os pais da melhor forma.

Contudo, é cada vez maior a convicção que a educação dos jovens é tarefa a ser assumida pelos pais e professores. Para isso, é necessário que se construam relações frutuosas de cooperação para atingir um objetivo comum: o desenvolvimento integral dos jovens.

É necessário que os pais assumam que a sua participação na vida da escola é um direito e um dever.

Além de ser um dever cívico, a participação ativa dos pais em estruturas da escola (associação de pais, conselho pedagógico, conselho geral) é vista pelos filhos como uma demonstração de empenho e interesse, mesmo pelos alunos mais velhos.

As primeiras reuniões, que se realizam no início do ano letivo, com os diretores de turma ou, muitas vezes, com a direção, são muito importantes, já que os pais são informados não só de que modo podem ter conhecimento do processo educativo dos seus filhos, mas também de como se vai desenrolar o processo de representação dos pais nas estruturas escolares.

É fundamental que a escola e os pais caminhem de mãos dadas porque o “pai” só triunfará como figura parental se mostrar a sua imperfeição e, sem abdicar das suas convicções, estiver disposto a ouvir e a discutir experiências. Enquanto o professor só terá êxito se efetivamente ouvir os seus alunos e partilhar o saber.

Assim, só conseguiremos educar os nossos filhos como cidadãos interventivos e críticos, se dermos o exemplo.

Fonte: http://www.portoeditora.pt/paisealunos/para-os-pais/noticia/ver/?id=28362

 

Ensinar a Aprender

por Içami Tiba

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Temos vivido na educação escolar a cultura do “passar de ano”. É um fazer o mínimo esforço para conseguir o máximo resultado, com o aprender em segundo plano. Em casa, o filho acredita que o importante é ser aprovado pois seus pais lhe imploram: “pelo menos passe de ano!” e ainda usam um recurso legal de se reprovado em uma escola e fazer uma reclassificação em outra escola e ser aprovado. Parece que o aprender não lhes interessa tanto quanto o diploma. Alguns estados brasileiros adotaram a Progressão Continuada, conhecida como aprovação automática, pela qual um aluno não pode ser reprovado a não ser por faltas. A maioria dos professores afirma que a educação piorou. Ser aprovado sem mérito não prepara o aluno para a vida.

O aprender é uma das formas de se construir o conhecimento. Os conteúdos que os professores passam em aulas chegam aos alunos como informações que deverão ser transformadas em conhecimentos. Estes, cada aluno tem que construir o seu. É preciso que ele aprenda esta construção. A informação que chega precisa ser compreendida, aceita, assimilada, experimentada e praticada. Assim, ela é transformada em conhecimento. A prática do conhecimento é a mãe da sabedoria.

Cabe aos professores fazer estas informações chegarem até o aluno, não importa quais recursos usem, e cabe ao aluno transformá-las em conhecimentos. Aos pais, cabe verificar se este aprendizado está ocorrendo.

O cérebro humano não aceita ficar sem resposta a uma pergunta. Pergunta e resposta são complementares, e ambas criaram a civilização humana. Oferecer respostas a quem não perguntou só tem significado a quem está interessado em sempre aprender. Mas se estas não forem usadas também caem no esquecimento.

Os conteúdos passados pelos professores são respostas a perguntas não feitas pelos alunos, portanto nada lhes significam. Se o aluno quer passar de ano, ele precisa responder às perguntas que caem na prova. Se ele é aprovado de qualquer maneira, para que gastar o cérebro em aprender o que nem vai usar? Se para as provas finais os pais lhe suprem com professores particulares, para que prestar atenção em sala de aula todos os dias? Se o aprender não tem significado, para que estudar?

A criança tem vontade de crescer e de ser e saber como o adulto que lhe ensina, protege e provê. A criança quer mostrar o que aprendeu. Isso lhe dá auto-estima. O adolescente quer enfrentar tudo sozinho, como se fosse dono de sua vida, não dependesse de ninguém, demonstrar que sabe mesmo sem saber e fazer o que tem vontade, mesmo que contrarie seus provedores. Não se pode querer ensinar uma criança e um adolescente da mesma maneira.

O adolescente já tem a capacidade de pensar do adulto, portanto o seu cérebro já funciona no esquema pergunta-resposta. O que os professores de adolescentes não captaram ainda é que os conteúdos das suas aulas são respostas a perguntas não feitas pelos alunos. Isto é, os alunos precisam aprender a perguntar. Geralmente, um professor não se pergunta para que serve ao adolescente o que ele está ensinando.

Quando um aluno aprende a existência da gravidade, percebe que ela está presente em todos os movimentos. Se não souber dela, tudo acontece à sua volta como se fosse natural. Quem descobriu a gravidade, segundo histórias, foi aquele que quis saber por que a maçã caiu na sua cabeça. As maçãs que já caiam antes desta descoberta continuam e continuarão caindo nas cabeças dos distraídos, mas agora já sabemos o porquê.

Fonte: http://www.tiba.com.br/artigo.php?id=041

Colégio El-Shaday recebe a visita do prefeito Luiz Marinho em nova Unidade.

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Prefeito de São Bernardo do Campo – Luiz Marinho e o candidato a vereador – Vagner Jimenes, nos honrou com sua presença para conhecer a nova unidade do Colégio El-Shaday.

Agradecemos a toda a sua equipe!

 

 

Dicas para reduzir os riscos da síndrome de visão do computador em crianças.

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Fique atento:

-Exames oftalmológicos completos antes da volta ás aulas, incluindo a aferição da visão de perto e de longe;

-Limitar o tempo na frente do computador. A realização de tarefas sedentárias que usam mídia eletrônica (utilização do computador, assistir TV, mensagens de texto via Smartphone etc.) deve ser limitada a menos de duas horas por dia;

-Fazer pausa de 20 segundos a cada 20 minutos de uso;

-Distância entre o monitor e os olhos entre 18 e 28 cm – o topo da tela do computador deve estar na altura dos olhos;

-A iluminação da sala deve coincidir com a da tela – que deve ser posicionada e inclinada para evitar para evitar o ofuscamento;

-A altura da mesa deve estar nivelada com o cotovelo;

-Ensinar as crianças a responderem adequadamente ao desconforto durante o uso do computador: “Isto inclui a orientação por parte dos professores de que as pausas devem ser mais frequentes. Ao primeiro sinal de cansaço visual, a criança deve ser orientada a parar de usar a máquina”, diz o aftalmopediatra Fabio Pimenta de Moraes.